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Finalmente Criei coragem de postar... Senta que lá vem história.

2020.09.30 13:42 DarkDollynho Finalmente Criei coragem de postar... Senta que lá vem história.

Eu tenho acompanhado a comunidade faz algum tempo, e antes de escrever o que preciso quero agradecer por vcs existirem e estarem dispostos a compartilhar e receber historias de todos os tipos e cantos.
Vamos lá!
Sou o clássico guri dos anos 90 que vibrou com o penta, jogou super Nintendo e agora ta beirando os 30 anos.
Sofro com depressão e ansiedade desde que me entendo por gente, sinceramente não sei se vem da situação familiar ou se é algo crônico.
A real é que meus pais (como boa parte das famílias dos anos 70,80 e 90) não se amam e nunca se amaram (muita gente se juntava por necessidade mesmo) e acho que isso pode ter influenciado um pouco na forma como vejo o mundo.
Meu pai tinha um casamento, do qual ficou viúvo e desse casamento 4 filhos (3 usam drogas e 1 desapareceu).
Ele então se casou com minha mãe e eu nasci (em seguida outros 2 irmãos), convivi com 1 dos meus irmãos por parte de pai que sempre deu problemas, desde uso de drogas, porte de arma, roubos, etc.
Bom exemplo foi algo complicado durante a infância, pois minha mãe vivia tretando com meu pai por conta desse meu irmão, que não é filho dela, até entendo.
Meu pai sempre desconfiou que minha mãe havia/estava traindo ele, e desde os meus 8 anos meu pai me usava como psicólogo dele, desabafando e jogando todo tipo de pensamento na minha cabeça.
Eu era bem religioso (não sei se era uma fuga) e cresci com isso, entre caraminholas da cabeça do meu pai e tentar ser uma criança.
Eu tbm fui abusado por um cara conhecido da família. Não quero entrar nesse mérito.
Sempre apanhei muito pra aprender matemática (nunca aprendi de fato) enquanto convivia com meus irmãos e tal.
Quando cheguei nos 16 anos mais ou menos a aposentadoria do meu pai foi cortada, ele já com idade avançada e minha mãe tbm, meti a cara trabalhar.
Pagava meus próprios cursos e comia 1 pacote batata palha no almoço pra economizar dinheiro.
Passei por empregos porcarias, que nem vou adicionar a historia, mas que tenha certeza que contribuíram negativamente na minha vida.
Conheci minha ex namorada na igreja, ficamos juntos por muito tempo.
Eu sempre quis ser o namorado perfeito, daquele que dizia: "se minha namorada não pode ir comigo, aquele lugar não eh pra mim." (talvez um erro sobre individualidade)
Foram 8 anos bacanas, entre altos e baixos na minha família sempre coloquei minha ex em primeiro lugar.
Trabalhava pra ela poder estudar e fazer faculdade(eu tbm estudava), levava ela pra todo canto quando precisava, ajudava com trabalhos, treinava ela pra entrevistas, pagava cursos...
Até que conseguimos entrar na empresa dos sonhos (ela primeiro, eu dps) de qualquer pessoa da área de TI (ambos na msm empresa)... Volto nesse ponto dps, muito importante.
Nesse meio tempo uma das minhas irmãs drogadas por parte de pai apareceu, com 1 filha recém nascida... Ela estava presa e perdeu a guarda da criança.
Então lá vai eu ajudar meu pai a conseguir a guarda, entre visitas a outro estado pra ver a neta e dinheiro para advogado. (o advogado morreu durante o processo mano)
Conseguimos a guarda, minha irmã saiu da cadeia e fez da nossa vida um inferno (ainda faz, ainda estamos criando uma criança que não tem pai e tem uma mãe drogada).
O relacionamento dos meus pais que já era ruim, piorou, eu no meio dessa merda toda já tinha tentado o suicídio 2x...
Nessa época comecei a perceber que minha ex não se preocupava comigo como eu me preocupava com ela, ela não se importava com minha saúde mental, não se importava com a minha pessoa, a sensação era que ela tinha se acostumado seja com a boa vida, seja com a constância que a vida tinha tomado.
Eu tinha juntado dinheiro para irmos pra outro país fazer intercambio, pensava em pedir ela em casamento la, 9 anos de namoro já era bastante... Ela não se empenhou em absolutamente nada, parou no tempo. quando ela não conseguiu o visto simplesmente não se importou.
Ela tinha arrumado um amigo na empresa, e foi aqui que a merda bateu de vez no ventilador.
Ideias de balada gay entre ela e o amigo apenas (ele assumidamente gay), viagens entre apenas os dois. Eu concordava, mesmo me remoendo de ciúmes por dentro. Sempre prezei pelo "Eu confio, eu a conheço". (meus amigos diziam que eu era otário por tratar ela tão bem, fazer de tudo)
Nesse tempo eu já fazia acompanhamento psicológico e psiquiátrico (minha psiquiatra era mais amor que minha psicóloga).
aguentei quase 1 ano disso, desistimos da viagem, comprei 1 casa ao invés de viajar (ela nunca quis sequer visitar o imóvel), após uma transa ela simplesmente começou a chorar e disse: Quero terminar.
Foi bizarro. Absurdamente bizarro.
Eu estava no extremo na minha vida pessoal com minha família, e meu porto seguro era o relacionamento (não dos melhores, mas estava ali há bastante tempo), neguei propostas de emprego fabulosas pra ficar com ela e isso agora?
Decidi seguir em frente, tendo crises de pânico e ansiedades como nunca antes, com a família SEMPRE dizendo, isso é falta de Deus, isso é frescura, esses remédios estão te matando, isso é falta de vergonha na cara, conheço pessoas que se mataram e quem se mata não avisa....
Nesse meio tempo minha psiquiatra (que era melhor que minha psicóloga) morre em um acidente de carro, ainda não superei.
3 semanas depois minha ex assume o namoro com o "amigo", moramos a 1km do outro, trabalhamos em uma empresa em outra cidade e temos que pegar ônibus juntos e trabalhamos no mesmo prédio com diferença de 1 corredor.... Se ela me traiu ou não tem a ver com a índole dela e não com a minha. Eu segui em frente, não sinto nada por ela, mas a depressão e a tristeza parecem não ter fim. Já era grande durante o relacionamento. Sozinho, sem ter com quem contar (é difícil conversar sobre isso com as pessoas) tem piorado muito.
hoje me encontro aqui, sem forças pra conhecer pessoas novas, sem forças pra por fim ao meu sofrimento, sem forças pra acreditar no setembro amarelo de pessoas falsas, sem forças pra ser eu.
Desculpem o texto grande, muita coisa ficou de fora pois acho que o texto já está cansativo, mas o problema é que eu estou cansado tbm. De remédio, de lagrimas, de tristeza...
E me sinto pior por ter superado o mundo, alcançado o sonho de muita gente com emprego bom, falar outra língua, ter casa própria, moto...
Me sinto mesquinho por não dar valor a nada disso depois de tudo que passei...
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2020.09.14 13:44 JustCallMeLyraM8 GT DA BROTHERAGEM

GT DA BROTHERAGEM
/cc/
>eu tenho um amigo bem próximo
>amigo não
>ele é tipo um irmão
>amo aquele filho da puta
>vamos chamar ele de Maicão
>nos conhecemos no jardim da infância
>dividíamos o todynho e o biscoito passatempo no recreio
>bolachaéocaraio.mp3
>estudamos na mesma turma até a quinta série quando os pais dele se mudaram pra longe da escola
>ele continuava morando na mesma cidade, mas tava numa escola diferente
>ainda assim nos víamos todos os fins de semana
>nossas famílias se tornaram amigas também
>tudo era um mar de rosas até o final de 2004
>ano 2005
>entra uma aluna nova na minha turma
>o nome dela era Thais
>lembro como se fosse ontem do momento em que ela entrou na sala
>tudo parecia ter ficado em câmera lenta
>o sol batia nela
>o ventilador soprou seus cabelos
>ela marchava como uma égua manga larga do trote formoso
>paudureci naquele exato momento
>o foda é que eu tava em pé naquela hora e a primeira aula era de educação física
>short.gif
>todo mundo da sala começa a rir de mim e a gritar
>me chamaram de pau retrátil porque foi só a menina aparecer que ele subiu
>morri de vergonha naquela hora
>sentei na cadeira e pus a mochila no meu colo
>eu só queria sumir
>até a professora riu
>mas a Thais não
>ela sentou atrás de mim e disse pra eu não ligar pra eles e que eu ficava lindo com vergonha
>caraio vei não pude acreditar
>eu era tão tímido que pedi pra ir no banheiro na mesma hora e fiquei trancado lá até a hora do recreio
>quando o recreio chegou eu pus o dedo na goela na frente da sala dos professores
>acho que vomitei até meu intestino naquela hora
>comecei a dizer que tava passando mal
>os professores me liberaram da escola e fui pra casa mais cedo
>chego em casa e passo a tarde toda tendo fantasias masturbatórias com a Thais
>eu era tão beta quanto aqueles peixes de briga
>quando a noite chega eu corro pra casa do Maicão
>conto tudo pra ele feliz da vida
>Maicão fica feliz por mim
>brodagem.rar
>segue o jogo
>durante o resto do ano eu iria me aproximar cada vez mais da Thais e me afastar cada vez do Maicão
>ele dizia que ela tava me afastando dele mas eu discordava
>dizia que era coisa da cabeça dele
>o tempo passa
>a Thais é promovida à pitanguinha e a distância entre mim e meu brother ia aumentando cada vez mais
>um dia briguei feio com o Maicão quando ele disse que ela tava cmg só por conta do meu dinheiro
>eu não era rico, mas da escola eu era o mais bem de vida
>meu pai era o único que não tava preso e não trabalhava com drogas
>minha mãe não trabalhava na zona
>zoas ela trabalhava sim
>ela agenciava a tua mãe, aquela puta boqueteira
>zoas de novo, minha mãe era artista plástica
>um dia eu acabo falando pra Thais que o Maicão tava se sentindo escanteado
>ela começa a me dizer que era inveja do nosso relacionamento e que ele só queria nos separar
>acabo dando ouvidos a ela e brigando feio com ele
>putaquepariuqueburrice
>nunca devia ter dado ouvidos à ela
>foco no gt
>paro de falar com o Maicão e cada vez mais me entrego pra a Thais
>toda semana era cinema
>lanche na Mc Donald’s
>roupa na Marisa
>minha mesada começou a ser exclusivamente dela
>um belo dia recebo uma mensagem do Maicão dizendo que a Thais tava me traindo
>respondi mandando ele tomar no cu
>ja faziam uns 5 meses que eu não falava com ele e do nothing ele vinha com um papo desses
>ele disse que eu devia ficar atento aos sinais
>não dou a foda pro que ele diz e continuo o namoro
>na semana seguinte vejo ela com uma marca roxa no pescoço
>ela diz que tinha caído da escada
>eu disse que acreditei mas fiquei desconfiado
>nada me tirava da cabeça oq o Maicão tinha me dito
>procuro ele e conto oq aconteceu
>diferente de mim ele não era um filho da puta
>Maicão me ove e depois me conta tudo que sabia
>a Thais tinha vindo da escola em que ele estudava
>ela era conhecida como viúva negra na escola
>ela se prendia à um macho e sugava tudo dele até ele não ter mais nada
>sim, ela tmb sugava o pau
>não, ela não tinha sugado o meu ainda
>Maicão continua a história dizendo que tinha visto ela saindo da casa de um carinha que morava no mesmo bairro dele
>até aí não vi nada demais
>mas ele me disse que ela tinha dado um beijo na boca do cara na saída e quando virou de costas o cara deu um tapa na bunda dela
>ÉOQ?!
>aquela vadia não tinha nem sequer me deixado pegar na bunda dela ainda
>dizia que era só depois do casamento
>eu era beta betoso full +15
>ela me levava pra igreja todo domingo
>acreditava nela sem questionar
>caio no choro e o Maicão me consolou
>disse que eu não tava sendo um bom amigo mas que ele nunca deixou de me ter como irmão
>bolamos desmascarar ela juntos
>ela ia pra casa dele toda sexta de noite
>realizo que era a hora que a mãe dela saía de casa pra ir pro culto de oração da igreja
>caraio_como_sou_burro.jpeg
>chifre.rar
>no dia seguinte falo com a Thais como se nada tivesse acontecido
>ela diz que me ama
>digo que amo ela tmb
>caraio, eu queria matar ela ali naquela hora
>mas amava aquela desgraçada
>feelsbad.png
>sexta feira
>19h
>tava com o Maicão escondido na rua da casa dela
>avistamos a mãe dela saindo de casa
>corremos pra mãe e contamos a história
>mãe não acredita, mas topa ir com agnt até a casa do talarico
>19:30h
>Thais sai de casa com um short enfiado no cu
>pqp pra quê enfiar tanto ssaporra?
>tava tão fundo que ela devia ta sentindo do gosto dele
>seguimos ela de longe
>a vadia entra na casa do moleque
>nessa hora a mãe dela já queria matar ela, mas eu fiz ela esperar
>entrei dando um chutão na porta da frente
>queria pegar ela com a boca na botija
>e consegui
>infelizmente a botija em questão era a rola do cara
>ela tava engolindo o pau daquele moleque com uma facilidade absurda
>nem sua mãe consegue engolir minha piroca tão fácil
>foco no gt
>Thais leva um susto tão grande na hora que morde o pau do cara
>num ato reflexo por conta da dor o cara da um murro na cara de Thais
>ela cai no chão
>a mãe dela comeca a bater nela com uma havaianas e depois começa a arrastar ela pelos cabelos pra fora de casa
>a Thais é arrastada pela rua até chegar em casa
>racho o bico com a cena como mil hienas comemorando a morte do Mufasa
>peço perdão pro Maicão pela cagada que fiz
>Maicão diz que fui um idiota, mas que era o irmão dele e que nada iria nos separar
>dois dias depois Thais chega na escola toda roxa
>tinha apanhado tanto que o conselho tutelar tirou a guarda dela da mãe
>ela chega perto e diz que quer falar CMG
>ignoro
>ela me puxa pelo braço, olha no meu olho e diz:
>como vc descobriu?
>digo que o Maicão me contou tudo
>ela diz que vai pra um orfanato hoje. Só foi na escola buscar sua transferência.
>Kkkkkjkkjjjk
>ela diz que eu posso rir agora, mas quem ri por último ri melhor. Disse também que nunca iria esquecer aquilo e que o Maicão iria pagar por ser x9
>puxo meu braço, dou as costas e vou embora
>ano 2016
>terminei a escola e faço faculdade
>Maicão faz o mesmo curso que eu e estudamos na mesma turma novamente
>full brothers +15
>desde o episódio com a Thais nunca mais tínhamos brigado
>trabalhávamos, tínhamos nossa independência
>tudo ia bem até recebermos o convite para uma festa que rolaria naquela noite
>eu e o Maicão dividiamos o apartamento agora
>o convite veio por baixo da porta dentro de um envelope
>open_bar.jpeg
>o envelope vinha com 2 pulseiras
>as pulseiras davam acesso à área vip da festa onde rolaria os alcoolismo
>ficamos relutante por um momento até abrirmos a carta
>a carta tava endereçada à mim e ao Maicão
>era uma letra de mulher
>não tinha muita informação só dizia que não deviamos perder a festa por nada e que lá tudo seria explicado
>não tinhamos nada à fazer então topamos
>22h
>party.time.jpeg
>logo de cara fomos recebidos por duas loiras peitudas que estavam de camisa branca
>ambas estavam dançando na entrada da festa enquanto se molhavam com uma mangueira
>séélococuzão.rar
>a festa tinha uma proporção de 4 depósitos para cada homem
>a cada dois homens, um era gay
>era tipo o plenário da câmara dos deputados só que ao contrário
>quando entramos no salão principal todo mundo virou pra a gente
>tipo aquela cena do universidade monstro
>as depósitos cochichavam entre elas
>pensamos que tinha algo errado conosco mas a vdd é que éramos os caras mais lindos dali
>na vdd nem éramos isso tudo, mas tínhamos rola e éramos heterossexuais
>feelsalpha.png
>fomos andando até a área vip
>a decoração da festa era cheia de fotos de uma depósito
>era uma ruiva 10/10
>a festa devia ser dela
>tive a impressão que ja tinha visto ela em algum lugar
>áreavip.gif
>a área vip era lotada de bebidas
>não tinha uma depósito abaixo de 8/10
>no buffet tinha camarão e lagosta
>mano do céu era a festa mais foda que eu ja tinha ido
>quando olho pro lado ta o Maicão atracado com uma mina
>dois minutos depois a mina larga ele e agarra outra mina
>ÉOQ?!
>aquilo tava parecendo um bacanal grego
>uma coisa no entanto me incomodava
>quem teria nos convidado?
>avisto a anfitriã da festa, aquela ruiva 10/10
>ela se aproxima de mim lentamente
>mano do céu, paudureci na hora
>só conseguia imaginar eu enfiando o pau tão fundo nela que quando eu terminasse ia ta na camada do pré-sal
>a calça aperta e ela percebe que estou preparado para o abate
>fico sem graça e tento disfarçar
>ela vem por trás de mim, ri e diz que eu fico lindo com vergonha
>gelei na hora
>caraio, era a Thais - pensei
>pergunto se ela era a Thais
>ela ri e me chama de idiota.
>diz que seu nome é Raquel
>caraio, ela nao tinha nada a ver com a Thais
>errei feio, errei rude
>pensei que tivesse estragado minha chance
>raciocinando com a destreza de um crackudo na fissura e digo:
>é porque thaislinda com essa roupa
>ela ri, eu rio, segue o jogo
>nessas horas eu nem sabia mais que existia um Maicão
>só pensava em mergulhar naquelas tetas magníficas
>na boa, se ela fosse minha mãe eu mamaria até hj
>quando olho pro lado o Maicão tava agarrado com duas ao mesmo tempo
>bodyshot.gif
>caraio o Maicão tava levando uma surra de peito na cara enquanto bebia e eu no 0x0
>me aproximo da ruiva já na maldade
>ela chega do meu lado
>põe a mão no meu ombro e fala na minha orelha direita:
>quem é esse teu amigo?
>poooooooooooorra.mp3
>o moleque ja tinha catado duas e agora ia catar a ruiva
>tive vontade de mandar ela se fuder, mas ele era meu brother, não podia prejudicar ele
>nenhuma depósito ficaria entre nós
>não deu nem 10 minutos do momento que disse o nome dele pra ela e ela ja tava agarrada nele
>a ruiva chupava a língua dele como se fosse o último picolé do verão
>avisto uma depósito 9/10 dançando sozinha
>penso em me aproximar, mas antes que eu chegue a ruiva puxa ela e põe na roda com o Maicão
>ja não entendia mais nada
>eu sempre pegava as depósitos +/10 do que ele e agora ele tava numa orgia de bocas e eu sem nada
>começo a beber
>realizo que ta na hora de baixar as expectativas
>avisto uma ananzinha 5/5 escorada no balcão
>me aproximo dela e pergunto se o pai dela era padeiro
>ela pergunta se era pq ela era um sonho
>eu digo que era pq eu queria comer a rosca dela
>sério que anã rabuda do carai
>a anã me dá um tapão e sai de perto
>vsf que festa merda do carai
>comecei a beber descontroladamente pra compensar a frustração
>dou em cima da garçonete
>a garçonete era uma trans
>ela me esnoba e vai embora
>vômito.rar
>caraio nem a mulher com rola me quis
>decido que hoje não é meu dia e que ta na hora de voltar pra casa
>procuro o Maicão pra ir embora cmg
>vejo ele entrando no carro com duas 1,5 depósitos
>pensei que ele tivesse indo pra um motel ou algo do tipo
>ele tava de mãos dadas com a ruiva e com a anã 5/5
>a ruiva olha pra mim, da uma risada e depois um xauzinho
>caraio que raiva daquela ruiva
>me esnobou e agora vai dar pro meu brother
>faço sinal pro Maicão que vou embora
>ele grita “Oklahoma”
>era nosso sinal secreto
>significava que ele ia realizar o ato de socação intra uterina e que eu não deveria incomoda-lo
>entendo o recado, dou meia volta e volto pra casa
>chegando em casa
>tudo girava por conta do álcool
>brinco um pouco com o o Visconde de Sabugosa até ele cuspir
>durmo
>no dia seguinte acordo com dor de cabeça, deitado no sofá
>percebo que tinham 537272717 chamadas não atendidas no meu celular
>todas do Maicão
>imagino todas as desgraças do mundo
>comeco a ligar de volta mas ele nao atende
>recebo uma ligação de um número desconhecido no meu celular
>é uma mulher
>ela ria descontroladamente
>disse que estava na festa o tempo todo me observando
>pergunta se a noite foi boa e se eu peguei alguém
>mando ela tomar no cu e digo que peguei a mãe dela
>ela racha o bico e diz que é impossível pq a mãe dela foi a primeira a pagar oq devia
>gelei na hora
>reconheci a voz
>era a Thais
>ela começa a contar seu plano do mal
>diz que foi parar num orfanato depois daquele episódio
>que apanhou muito da família onde foi parar mas a família era podre de rica
>a família produzia festas tipo o tomorrowland
>viajaram pra fora do país e levaram ela junto
>disse que por muito tempo quis se vingar mas a família não dava a foda
>dois meses atrás a família tinha morrido num acidente de carro e ela ficou como única herdeira
>ela pôs como meta de vida concluir a vingança que passou anos arquitetando
>disse que a festa foi planejada por ela
>que todas as depósitos da área vip foram contratadas por ela baseadas no meu tipo de mulher
>pergunta como me senti não pegando ngm e vendo o meu “amiguinho” catando todas
>respondo que a vingança dela era uma merda e que tava feliz pelo meu brother
>ela racha o bico e diz que a vingança dela não era me deixar sem pegar ngm
>ela queria se vingar dele por ele ter dedurado ela
>pergunto qual vingança há em encher a rola dele de depósito
>você verá - ela me disse
>desligo o espertofone e percebo que chegou uma mensagem do Maicão no oqueapp
>faz uma semana que o Maicão toma mais coquetel que o Amaury Jr.
pica relatada da mensagem
https://preview.redd.it/9o5g9y8ep3n51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=3dbefd7c59d10e7b40b9168ddac79176762f8591
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2020.08.29 00:32 anon_jvitor Amizade com homem é um saco e com mulher é inviável

Tô aqui quase chegando nos meus 30 anos e começo a perceber algumas coisas sobre amizades. Sempre fui um homem que só tinha amigas. Amizades entre pessoas de sexo oposto heterossexuais sempre têm alguma coisa de sexual. Já recebi elogios de amigas, já elogiei, já tive amigas que me deram indiretas, enfim. Mas apesar disso considero que são amizades verdadeiras. O problema é que com um namoro de longo tempo, parece que a amizade com mulheres se torna um problema. Tenho tido muitas discussões com a minha namorada por questões de ciúmes. Aos poucos, sem querer, estou me afastando das minhas amigas. Algumas amigas minhas também entram em relacionamentos e acabam ficando mais distantes comigo, acho que por medo de gerar ciúmes no parceiro. Fazer amizade com homens é um saco. Não dá para falar de sentimentos com um amigo do mesmo sexo, que eles fazem piada. Os caras vem falar de futebol e de um monte de coisas que não me interessam. Simplesmente não dá para manter um assunto. Fora a merda que é ter que ficar o tempo todo reforçando a minha heterossexualidade. Outro dia eu estava com o meu orientador em uma viagem, um cara quase 20 anos anos velho que eu, casado, com filhos. Aí ficamos em um quarto que só tinha uma cama de casal. Eu perguntei inocentemente se nós íamos dormir naquela cama, e ele respondeu: "não!!! dois homens na mesma cama??? Tá doido???". Eu fiquei sem entender a situação. Como assim ele tem medo de virar gay só por dividir a cama comigo? Ele é casado com uma mulher, eu tenho namorada, e ele tem medo de virar gay por dormir na mesma cama??? Me poupe! Enfim, não consigo fazer amizade com homens por causa dessas coisas, acho que o jeito é entender que eu não posso mais ser como o jovem solteiro que vivia cercado de amigas, e que eu também não posso ser amigo dos homens, e que a vida é, de fato, solitária para um homem hétero que a vida toda manteve amizade somente com mulheres.
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2020.08.22 01:06 Kami_Pijon Problemas de sexualidade e de relacionamento.

16 anos - Homem - Branco - Ansiedade por Laudo Eu namoro uma garota a 3 anos mas tenho duvidas sobre minha sexualidade ela sabe de td q eu sinto mas n sabe de td q eu faço.
Mais ou menos 7 meses dps de começar a namorar com ela eu conheci um cara super gentil ele e gay e foi o primeiro homem q eu senti atração e eu me envolvi com ele durante meu relacionamento e desde então eu me sinto diferente e n sei ao certo o q quero tnh sentido mt atração por homens principalmente sexualmente e tnh vontade de ser um femboy é meu sonho só q minha família n sabe sobre mim e minha namorada... e o maior problema... eu amo mt ela mas me machuca ver ela se culpando e se sentindo insuficiente por n conseguir me satisfazer tanto sexualmente qnt emocionalmente isso doi... eu sei como ela se sente... eu odeio falar essas coisas de "eu sou o bonzão" mas eu sou obrigado a dizer... infelizmente eu sou um ótimo namorado trato as pessoas mt bem e consigo deixar elas a vontade com mt facilidade e me sinto mt mal as pessoas vejam isso em mim... já q eu tnh mts duvidas sobre q tipo de pessoa eu sou... Até dentro de meus padrões...
Desculpa me perdi enquanto digitava n consegui terminar de uma forma descente.
N sei q merda eu faço.
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2020.08.18 09:49 Old-Philosopher-kun Acabei de descobrir que fui traído e isso me destruiu

Bom, no fim do ano passado eu comecei um namoro com um rapaz que vou chamar de Jonas. Eu e Jonas nos conhecemos pela internet no Tinder da vida e era tudo mil maravilhas, não tinha o que reclamar do relacionamento, era tudo absolutamente perfeito, nós sempre íamos para shoppings ver filmes e caminhar na praça. A gente sempre gostou de conversar sobre tudo até que num dia surgiu o tema banheirao do nada (pra quem não sabe o que é isso, é uma prática que alguns gays fazem que consiste em ir em banheiros públicos se encontrar casualmente com homens desconhecidos para fazer coisas não apropriadas se é que me entende) e ele disse que sentia nojo de tal prática e que jamais faria uma coisa dessas, eu compartilho do mesmo sentimento então concordamos 100%. 3 meses de namoro depois não foi dando muito certo, a gente não sentia mais o mesmo e decidiu encerrar o relacionamento pois havia resfriado, mas tudo no maior respeito e maturidade, foi uma conversa bem tranquila. Hoje mais cedo lá pelas 11h da noite eu estava navegando pelo Twitter e vendo perfis de alguns gays aqui da cidade, até que chegou nos perfis NSFW, tudo bem né, tava olhando pq ninguém é de ferro né e de repente me deparo com um da qual a foto não me era estranha, então abri... pior decisão da minha vida, ao ver os nudes eu logo reconheci, mas não queria acreditar então continuei rolando em busca de algo que provasse o contrário, afinal pode ser alguém parecido mas então vi os nudes que ele mandava pra mim enquanto namoravamos que eu jurava que era pra mim, e além disso tinha VÍDEOS dele fazendo coisas no banheiro e a data coincidia com o período em que namoramos.... isso me destruiu completamente, até porque eu confiei nele, fiquei desde aquela hora na cama sem conseguir dormir, sentido um aperto enorme no meu peito, chorando e tremendo, eu estava tremendo muito mesmo que não estivesse frio, os tremiliques já passaram e já consegui forças para me reerguer.... estou fazendo esse desabafo porque não estou sabendo como suportar isso... todo mundo que conheço está dormindo já que são 3:50 da manhã... tô vendo que vou estar um completo lixo na faculdade amanhã.
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2020.07.11 07:49 espiritossuperiores O relacionamento interpessoal

O relacionamento interpessoal pode ser compreendido como uma área da psicologia e sociologia que estuda a relação de uma ou mais pessoas levando-se em consideração as suas origens, contextos culturais e localização atual dessas pessoas quando se relacionam.
Eu sendo um homossexual que se atrai exclusivamente por heterossexuais, por ser fadado ao eterno desprezo ou no máximo piedade deles, eu acabo impactos negativos nos meus relacionamentos interpessoais que me deixam em desvantagem em muitas situais, creio que os outros gays que sofram do mesmo problema irão aqui identificar os mesmos problemas que eu. Se você quiser que eu acrescente uma situação de relacionamento interpessoal aqui, deixe de forma clara a situação e o impacto que ela causa em sua vida, nos comentários abaixo.

  1. A timidez, muitas vezes estamos em um grupo onde precisamos tomar alguma atitude antes que algo pior nos aconteça, como você é gay e sente que ali ninguém tem afinidade com o tipo de vida que você tem, você acaba se fechando para não constranger aos outros e a si mesmo.
  2. Recalque: você sente muita atração por homens mas os seus colegas só sabem falar de assuntos sexuais inúmeros da farta sexualidade heterossexual deles, aí então quando você fala algo como um comentário elogiando um rapaz no meio da conversa, todo mundo fala em tom de nojo: ” iiih, que papo estranho!”, “sai fora!”, “o papo tá indo pra um lado estranho!”, enfim, todo tipo de desaprovação e ataque sutil psicológico contra você é lançado, fazendo com que você cale e se recalque no que queria falar ou expressar, consequentemente você começa ficar no grupo por obrigação e não por prazer.
  3. Ostracismo: os relacionamentos interpessoais é comum termos eventos onde unam-se pessoas para variados fins lúdicos, um exemplo disso são as festas de final de ano das empresas, nessas o constrangimento é menor pois você é obrigado a ir, agora quando os seus amigos fazem uma festa particular entre eles onde não se envolve a empresa, todos são convocados, menos você por ser diferente, por ser gay, você acaba então se sentido no ostracismo mas finge que tudo está normal com um sorriso amarelo no rosto.
  4. Desafios de carreira: todos nós na vida moderna temos uma série de cobranças de desempenho para atender, todos gerenciam isso com amortecedores psicológicos para deixar a vida menos tensa, heteros são cobrados para irem bem na faculdade, no emprego e em casa, você também, mas os heteros contam com barzinhos como porta de entrada para sexo farto, namoros em todos locais, adultérios e etc, todos remetendo à válvula de escape do sexo desvairado sempre pronto para acontece, você não, você é cobrado das mesmas coisas mas não conta com amortecedor tão forte como o sexo e a paixão correspondida, logo o seu desânimo para fazer as coisas é maior ou o desânimo dá lugar para o ódio e você fica uma pessoa que desempenha tudo com ódio descontado nos outros em suas atividades interpessoais.
  5. Inadequado: Você precisa de uma profissão mas aquela que você acha, exige uniformes ou fardas que lhe fazem se sentir um heterossexual sendo que você não é, aquela profissão lhe forja uma sexualidade que não é sua, consequentemente você acaba atraindo pessoas que não gosta e se sente um peixe fora da água, o que acaba fazendo a sua vida profissional ser tóxica ou curta.
  6. Redes sociais da depressão: você usa as redes sociais de forma intensiva mas percebe que ninguém do sexo pretendido interage com você, mesmo com a sua presença forte nessas redes, você nota que ninguém curte as suas postagens, suas fotos postadas ninguém nem comenta, deixando clara a sua falta de amizades e popularidade baixa a todos, você então se deprime pois ao se comparar com aquela sua amiga mulher repara que qualquer coisa sem valor que ela posta, tem milhares de curtidas e desejos de vida melhor para ela por parte do sexo oposto, você se sente inadequado e acaba excluindo a sua rede social.
  7. Distanciamento social: você percebe que suas brincadeiras são sempre recriminadas ou não entendidas pela maioria dos integrantes do seu grupo, você também nota que as pessoas sempre evitam ficar sozinhas com você em um lugares públicos para evitarem levar ‘má fama’ de terem um caso com você, os seus colegas falam horas e mais horas sobre assuntos que você não entende em sua frente sem constrangimento algum por você não interagir, é o caso do clássico debate futebolístico entre machos onde você fica sempre ‘sobrando’, então cada vez você começa a querer ficar longe das pessoas e romper as poucas ‘amizades’ que tem.
  8. Constrangimento em nome do grupo: hoje em dia as pessoas se sentem muito ofendidas por serem rotuladas de “anti sociais” então para evitarem essa rotulação aceitam qualquer tipo de constrangimento do ‘bom’ relacionamento em grupo ficando horas entre rapazes que ficam falando todos os tipos de coisa ruins contra homossexuais , mulheres e negros, tudo é tolerado e no fim a pessoa se sente horrível moralmente mas com o dever social cumprido.
  9. Repudio à datas comemorativas: você sabe que no meio heterossexual as pessoas usam as datas comemorativas como desculpa para obterem mais divertimentos entre amigos e aumentar as suas possibilidades sexo-afetivas, porem você sabe que quem é gay e gosta de hetero não desfruta das mesmas vantagens, sendo assim, qualquer feriado ou data comemorativa para você, lembra o seu ostracismo social, consequentemente você acaba ficando indiferente a todas elas, ate mesmo em relação a data do seu aniversário. Você não tem muito o que comemorar.
  10. Horror a barzinhos: você anda nas ruas e vê aqueles heteros lindos , sorridentes, felizes e aparentemente no cio, sempre gritando ou fazendo algo estúpido para chamar a atenção das mulheres para si e muitas vezes são as mulheres que fazem esse papel, você então fica triste pois embora aqueles homens sejam todos do tipo que você aprecia, eles são violentos e repudiam veementemente homossexuais, se você vai a bares gays, você sabe que lhe chegarão outros homens gays que não lhe causarão absolutamente nada, alem disso você corre o risco de num bar gay ser alvo de grupos radicais de extrema direita, por tudo isso você acaba evitando a vida noturna onde mora e fica 24 horas em cima de um computador com internet.
  11. Vulnerabilidade: por você sofrer todas as situações acima, numa relação interpessoal você acaba estando mais vulnerável quando precisar brigar por seus direitos ou pelo seu ponto de vista, mesmo você estando certo, você por ter um comportamento rotulado de antisocial acaba gerando antipatia gratuita nos outros e as pessoas tendem a acreditar e considerarem mais as pessoas “sociáveis” e sedutoras, veja-se o exemplo do Hitler que beijava criancinhas e seduzia os seus fãs com alguns sorrisos, ele ganhou carta branca para fazer o que fez graças também à sua sedução social, então, uma pessoa que aparentemente é antisocial ela passará uma imagem de ruim e sem credibilidade, quando uma pessoa “social” então inventar alguma mentira contra você para lhe colocar em uma encrenca, as pessoas darão mais crédito a ela do que você que é um gay “esquisito” que não se mistura com ninguém, por isso, socialmente o gay que gosta de hetero é muito vulnerável e num debate corre serio risco de ser “fuzilado” injustamente pelos colegas.
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2020.05.28 02:30 iraniel nosso novo servidor discord chamado "namoro furry gay"

esse servidor discord é meu e do meu marido para os furries gays solteiros procurarem o seu namorado em sua busca de romance, pra terem o seu relacionamento com a pessoa que ama muito ele, esse servidor vai ajudar muito bastante para consegui ter o seu próprio namorado, eu e meu marido nós chamamos no nosso usuário do servidor de bergamo ou seja eu e o nome de usuário do meu marido chama catos e o nosso servidor chama também de "namoro furry gay"
https://discord.gg/nBn79h
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2020.05.11 06:48 V-01 Como conhecer alguém quando não curto festas?

Olá, esse é o meu primeiro post aqui. Tenho 21 e sou introvertido, nunca curti muito balada e festa (até pq não bebo, então só nisso já perde metade da graça que teria), e não faço ideia de como conhecer alguém para um possível namoro.
Já tem uns meses que comecei a procurar algo nesses apps de relacionamento e achei que eles facilitariam nisso, mas é muito difícil achar alguém disposto a algo sério. Isso sem contar a dificuldade em achar alguém do meu tipo, já que eu curto ursos e até agora foi praticamente impossível achar alguém que ou seja da minha faixa de idade, ou que não more super longe. Juro por deus, todo cara que eu acho bonito sempre mora em outra cidade/estado/etc.
Como nunca namorei antes e me assumi recentemente (setembro passado), não sou super familiarizado com essas coisas ainda, e talvez por isso eu sempre tive essa impressão de que boa parte da comunidade gay é muito ativa nisso de sair e tal, e acabo me sentindo meio deslocado ainda pq não é o tipo de lazer que eu curto.
Estou fazendo esse post pra ver se alguém já passou por isso também, ou que possa me ajudar de qualquer forma, pq não aguento mais ficar sozinho.
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2020.04.24 06:01 lidyates Fiz algo errado sábado passado e que me arrependo profundamente e estou mal por isso

Bom, sou gay e namoro com um menino há 1 ano e 7 meses, nosso relacionamento é fechado e somos bem tranquilos um com o outro em relação a isso, eu tenho 22 e ele 21. Sempre tomamos todos os cuidados necessários na hora de transar, 1 ano e 7 meses usando SEMPRE camisinha, quando faltava a gente deixava de transar e voltava só quando desse para comprar. Porém, estamos sem camisinha e já faz 1 mês +/-, desde quando começou a quarentena.
Eu poderia muito bem ter comprado, mas o medo de ir até na farmácia cometi o erro de não comprar. Acabamos por transar sem, eu não queria muito, mas ele aceitou e no clima do momento fizemos sem, porém acabei gozando dentro e a gente tinha conversado sobre isso, que não era certo porque não tínhamos feito o exame ainda etc.
Eu pensei que fosse conseguir segurar, mas também cometi outro erro em não tirar para fora a tempo. Ele falou que tudo bem, não brigou comigo, nada disso, mas fiquei muito mal por isso. Agora estou com medo de ter contraído algo ou ele ter contraído algo de mim, to muito mal com tudo isso. O que eu faço?
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2020.03.23 15:11 canet4 Gente, sexo é só isso??

Esse desabafo é de um homossexual, mas mulheres e homens héteros, fiquem a vontade para lerem e a comentar. Provavelmente deve ter acontecido isso com vocês também.
Recentemente resolvi baixar apps de "relacionamento" e hoje eu experimentei sexo pela segunda vez. Sou "gay", porém depois dessas experiências estou um pouco pensativo se realmente sou.
Nas duas vezes foi tão insosso, o beijo e a penetração...sabe? Não teve gosto. Eu cheguei ao orgasmo, mas não foi como na masturbação, foi praticamente mais um ápice de alívio (por ter acabado) do que por prazer. Não sei se tenho baixa sensibilidade no pau, por ter achado tão sem graça, ou se foi porque eu tava estranhando a situação, mas cheguei em casa e bati uma no banho relembrando do sexo e foi bem mais prazeroso, o gozo foi bem mais intenso.
Na minha primeira vez eu achei tão normal, que depois de uns dias, eu até me peguei delirando se foi real ou não. Não sei se foi porque eu estava super estimando a minha primeira vez ou se foi porque foi sem sal mesmo. Mas...enfim, isso tudo me fez pensar se realmente sou gay, já que pela segunda vez não senti tanto tesão por um homem pessoalmente.
Estou a fim de fazer sexo com uma mulher, pra saber se será mais prazeroso do que com um homem, mas eu não faço a mínima ideia de como conquistar uma e eu também tenho um pouco de receio pelos corpos serem diferentes. Também fico pensando se sou assexual ou que talvez eu seja um cara que curta mais carinho e amor numa relação do que sexo (digamos, um namoro que tenha sexo uma vez por mês, ou nenhuma).
Enfim deixem suas dúvidas. Para as mulheres: do que vocês gostam? Como eu faço pra chegar em uma? (sempre acho vocês maiores do que o meu caminhãozinho). Pra ambos o sexo: alguém que chegou até aqui se identificou? O que você tem a me falar...a me aconselhar? Podem dizer qualquer coisa também, fiquem a vontade
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2020.02.06 18:16 _Punish3r Diagnóstico de Espectro Autista

Olá a todos, Me chamo Guilherme, tenho quase 20 anos (irei fazer em 4 de Maio), e novembro do ano passado, estava passando com a Neuropsicologia, e descobri meu diagnóstico de Espectro Autista.
E fica até que mais claro para mim em vários aspectos sociais da minha vida, sempre tive muita dificuldade em me socializar desde cedo, não curto festas em familia, por exemplo por parte do meu pai, que são 5 Tios e uma quantidade exorbitante de primos(a) e familiares, costumo não ir, por odiar o barulho alto e qualquer local com muita gente junta.
Na época de Escola, sempre fui o mais isolado da sala, e tanto no intervalo , eu demasiado e triste, ficava sentado no banco esperando a ''morrer da bezerra. Muitos familiares, sempre diziam que é por ser ''Timido'' ''Fase Natural'' ''Isso Passa ao decorrer do tempo'', mas não foi isso, agora que eu sei meu diagnóstico TEA (Transtorno do Espectro Autista) tudo mudou, até meu pai acha que pode ter sinais de TEA na época dele de Juventude.
Lembro caso, de garotas me olhando com desdém, pelo simples fato que estava apaixonado por uma garota da minha sala, mas infelizmente não é o que eu esperava, ela me maltratou não-verbalmente naquele dia com as amigas delas, e isso me machucou muito.
Tenho quase 20 anos, e nunca namorei, nunca beijei nenhuma garota se quer (BV e BVL), e já fui taxado até como ''GAY'' por ter esse aspecto moderado por tal ação. Já tentei pedir amigas que eu amava muito em namoro, mas todas foram apenas a resposta: ''Apenas Amizade'' ''Te vejo apenas como um Amigo'' ''Te magoaria se eu te desse um fora''. Porra prefeiro mil vezes que fale de coração e seja sincera, do que apenas fazer um textão gigantesco pedindo desculpas por apenas ficar se próprio diminuindo, para não namorar comigo. Eu sempre quis um relacionamento sério, sou um cara comprometido com esses tipos de assunto.
Agora estou lutando para me amar do jeito que eu sou um Asperger, e batalhar para virar uma pessoa digna e honesta. Estou Cursando Jogos Digitais (Ultimo Semestre), e sou Faixa Laranja do Karatê Kyokushin.
Acho que por enquanto é isso mesmo, queria desabafar isso, que vocês podem estar sofrendo muitos problemas, e podem ter algum sintoma de Autismo Leve ou até Moderado, e suas familias não percebem isso.
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2019.12.03 05:27 VictorBellchior O Câncer Tóxico na Comunidade Gay

Este é meu primeiro post, então ainda estou me adaptando ao Reddit, mas como me sinto feliz por saber de um espaço onde podemos falar livremente! E sinto muito forte a necessidade de falar sobre algo que me incomoda muito: A FORMA COMO OS GAYS SE RELACIONAM SEXUALMENTE E AMOROSAMENTE.
Claro que não são todos, mas infelizmente a grande maioria.
Eu me observo e observo como vivem meus amigos com seus namorados, iniciam um namoro que dura aproximadamente três meses, alguns heroicamente alcançam um ano e logo acaba, isso com muitas traições e muito abuso de uma ou de ambas as partes. E então saem " à caça" novamente, em menos de um mês já estão com outra pessoa, e então tudo aquilo se repete... é uma busca que não acaba nunca!
Você então decide instalar um app para conhecer alguém, só o que vc vê são fotos de pênis fazendo volume em cuecas, peitorais, barrigas ou queixos barbudos, alguns poucos mostram o rosto! e esses mesmos que não possuem fotos, exigem que aqueles que desejarem se comunicar com eles, tenham fotos, preferencialmente de rosto. Nem falarei aqui sobre os tais do "sigilo", escreverei um post só para eles!!!
Continuando... ao ler a descrição de alguns perfis nesses apps, eu pude perceber o pq de existir tanta carência, descontentamento, solidão e instabilidade no meio gay! Gay não busca amor... gay só quer inflar o próprio ego, gay quer receber milhões de elogios, se sentir sempre desejado, e um namorado não é nada além de um acessório para ele!
Muito gay evita o "afeminado" simplesmente para não chamar atenção de forma "negativa" das pessoas!
Dias atrás um cara mandou mensagem as duas horas da manhã, ele nunca me dá bom dia, nunca me diz um Oi... mas quando bate o tesão, aí adquiro uma importância enorme, e isso é muito comum! e muitos gays em sua carência aceitam isso, se apaixonam por essas pessoas e ficam por aí sofrendo por quem não merece nem mesmo um aperto de mão!
Converso com um garoto há pouco mais de um ano, nos conhecemos em um app e conversamos sempre, pela web cam, trocamos fotos... conversamos sobre tudo! Ele não é assumido e é filho único! e é lindo!!! Simpático, inteligente, demostra interesse... mas o câncer tóxico se faz ali presente! Não costuma mandar Bom Dia, mas reclama por não chamar ele para conversar... por alguma razão tem pessoas que acham que mandar um Oi, ou bom dia primeiro é se rebaixar! Apesar de ser amoroso, é muito resistente para demonstrar algo, e só o faz se eu deixar claro uma deixa.... Algo que deveria ser leve, acaba se tornando um peso gigantesco... estamos sempre combinando de nos encontrar, mas existe insegurança da minha parte... pq morro de medo de ele não gostar de mim pessoalmente! E ele ganhou muito peso esses ultimos meses e parece estar inseguro tbm! daí paro para pensar... QUE PORRA É ESSA MANO? A GENTE CURTE MUITAS COISAS EM COMUM, CONVERSAMOS SOBRE TUDO, JÁ NOS FALAMOS POR WEB CAM... PQ TANTAS DIFICULDADES PARA QUE ISSO POSSA FLUIR?
Não sei dizer a causa de tudo isso, mas há no meio gay uma cultura péssima, onde compromisso, lealdade, demonstrar interesse, começar por uma amizade, conhecer alguém de outros modos, dizer não para sexo no primeiro encontro e ser espontâneo... tudo isso é visto com maus olhos!
Agora me digam vcs, pq relacionamentos no meio gay são tão difíceis????
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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2019.07.22 03:53 loveforwho O problema dos relacionamentos

Estou solteira há quase um ano. Entre alguns relacionamentos que não duraram muito, tenho refletido muito sobre os problemas dos relacionamentos modernos.
Eu sinto que atingi o pico da socialização na faculdade (que eu terminei há anos atrás) e tem sido difícil conhecer gente nova. Os rapazes de balada não querem relacionamento sério. Nunca dei muita sorte nos aplicativos. A empresa onde trabalho tem uma política de "proibir" relacionamentos entre funcionários, e de qualquer forma a maioria das pessoas de meu convívio lá são compromissadas. Ser apresentada por amigos? Poderia funcionar, mas a maioria das minhas amigas são casadas cheias de amigos de casal e meus amigos são todos gays com amigos também gays. Ou seja... Me resta esperar conhecer alguém de forma totalmente inesperada e aleatória como em uma comédia romântica.
Outro problema é que a maioria de nós somos pessoas normais, nem muito feias, nem muito bonitas, nem muito pobres, nem muito ricas, muitos de nós somos pessoas tristes, pelo menos em alguns momentos. Mas nós só queremos as pessoas que são muito bonitas, extraordinárias e que aparentam ter uma vida "perfeita". As pessoas tem dificuldades para adequar as expectativas que elas tem de um namoro para o que realmente é.
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2019.07.18 03:26 B3ck3rxx Uma coisa idiota que está me afetando psicologicamente. Um sentimento que perdi por um TIME DE FUTEBOL

Bom, não sei direito como começar a falar sobre isso, só sei que estou com um problema, que pode parecer idiotice, mas virou uma bola de neve e está me estressando muito, penso nisso o dia inteiro....
Fico até envergonhado de escrever isso, muita gente tem problemas muito piores e pode ser um mimimi... mas na minha opinião não importa o que é isso, apenas sei que está me afetando psicologicamente.
Eu torço pra um time de futebol, sempre gostei muito de torcer, acompanhar e não perdia um jogo do meu time... minha família (principalmente meu pai) sempre foram muito fanáticos, daqueles de olhar todos os jogos, ir no estádio com certa frequência etc.
Também sempre fui fanático, até certo tempo atras quando percebi que não me empolgava mais tanto, mas não deixei de olhar os jogos pra não deixar meu pai triste e olhando sozinho. Então continuei fazendo companhia pra ele.
Acontece que eu percebi isso há alguns anos, e hoje o problema cresceu mais, pois está quase insuportável assistir os jogos, perdi o amor pelo time, não consigo mais torcer.
Criei um certo desgaste com o meu time, que se tornou gradativamente num ódio ao ver os jogos etc. Por causa disso hoje eu meio que torço contra.
Eu poderia resolver isso simplesmente parando de ver os jogos certo? Mas e se eu falar que ja tentei? Fiquei alguns meses sem acompanhar, porém isso me deixava culpado, deixar meu pai sozinho olhando os jogos, sem fazer companhia, além disso, eu queria voltar a gostar de olhar os jogos, então voltei a olhar na esperança de algum dia conseguir torcer de novo, recuperar o sentimento.
Mas algo pior aconteceu.. comecei a gostar mais de acompanhar os jogos de um time rival, e o sentimento por esse time foi crescendo gradativamente, e hoje ja quase me considero um torcedor escondido desse time, acompanho os jogos sozinho...
Eu sei que isso pode parecer uma coisa idiota, fazer um desabafo sobre times de futebol. Porém eu faço um paralelo com um relacionamento: eu amava aquela pessoa, porém com os anos criei um desgaste e então me apaixonei por outra, mas agora nao consigo terminar o relacionamento com a primeira pessoa, então namoro com a outra escondido e vou suportando viver com uma pessoa que não amo mais.
O que eu faço?paro de acompanhar?apesar de continuar gostando de futebol, o problema mesmo é meu time... Troco de time? Como explico pro meu pai e família? Pois imagina o choque deles, eu sempre fui fanático, e depois que eu perdi o sentimento pelo time, continuei assistindo, finfinginreações.etc
Isso pode ser tão ruim pra mim como é pra algumas pessoas se assumir gay... tanto pela minha falta de aceitação (eu queria continuar amando meu time e odiando o rival) e pela reaçao da família...
Por enquanto eu vou suportando... até esperei tempo pra caralho, pois não tinha certeza desse sentimento, e talvez ainda nem tenha, mas gostaria de ler suas opiniões, agradeço desde já
Abraço a todos e não considerem isso um mimimi, pois apesar de parecer bobo é um problema foda kkkkk
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2019.07.17 15:27 B3ck3rxx Um problema idiota que está me afetando psicologicamente, um sentimento que perdi por um TIME DE FUTEBOL

Bom, não sei direito como começar a falar sobre isso, só sei que estou com um problema, que pode parecer idiotice, mas virou uma bola de neve e está me estressando muito, penso nisso o dia inteiro....
Fico até envergonhado de escrever isso, muita gente tem problemas muito piores e pode ser um mimimi... mas na minha opinião não importa o que é isso, apenas sei que está me afetando psicologicamente.
Eu torço pra um time de futebol, sempre gostei muito de torcer, acompanhar e não perdia um jogo do meu time... minha família (principalmente meu pai) sempre foram muito fanáticos, daqueles de olhar todos os jogos, ir no estádio com certa frequência etc.
Também sempre fui fanático, até certo tempo atras quando percebi que não me empolgava mais tanto, mas não deixei de olhar os jogos pra não deixar meu pai triste e olhando sozinho. Então continuei fazendo companhia pra ele.
Acontece que eu percebi isso há alguns anos, e hoje o problema cresceu mais, pois está quase insuportável assistir os jogos, perdi o amor pelo time, não consigo mais torcer.
Criei um certo desgaste com o meu time, que se tornou gradativamente num ódio ao ver os jogos etc. Por causa disso hoje eu meio que torço contra.
Eu poderia resolver isso simplesmente parando de ver os jogos certo? Mas e se eu falar que ja tentei? Fiquei alguns meses sem acompanhar, porém isso me deixava culpado, deixar meu pai sozinho olhando os jogos, sem fazer companhia, além disso, eu queria voltar a gostar de olhar os jogos, então voltei a olhar na esperança de algum dia conseguir torcer de novo, recuperar o sentimento.
Mas algo pior aconteceu.. comecei a gostar mais de acompanhar os jogos de um time rival, e o sentimento por esse time foi crescendo gradativamente, e hoje ja quase me considero um torcedor escondido desse time, acompanho os jogos sozinho...
Eu sei que isso pode parecer uma coisa idiota, fazer um desabafo sobre times de futebol. Porém eu faço um paralelo com um relacionamento: eu amava aquela pessoa, porém com os anos criei um desgaste e então me apaixonei por outra, mas agora nao consigo terminar o relacionamento com a primeira pessoa, então namoro com a outra escondido e vou suportando viver com uma pessoa que não amo mais.
O que eu faço?paro de acompanhar?apesar de continuar gostando de futebol, o problema mesmo é meu time... Troco de time? Como explico pro meu pai e família? Pois imagina o choque deles, eu sempre fui fanático, e depois que eu perdi o sentimento pelo time, continuei assistindo, finfinginreações.etc
Isso pode ser tão ruim pra mim como é pra algumas pessoas se assumir gay... tanto pela minha falta de aceitação (eu queria continuar amando meu time e odiando o rival) e pela reaçao da família...
Por enquanto eu vou suportando... até esperei tempo pra caralho, pois não tinha certeza desse sentimento, e talvez ainda nem tenha, mas gostaria de ler suas opiniões, agradeço desde já
Abraço a todos e não considerem isso um mimimi, pois apesar de parecer bobo é um problema foda kkkkk
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2019.06.09 03:51 Troules771 Sou um banana! Frustrei a menina que estava afim de mim.

Reclamei minha vida inteira que nenhuma menina nunca olhava para mim. Me sentia um lixo. Até que, recentemente descobri através de um amigo. que uma colega de cursinho tinha uma queda por mim, e que me achava bonito, inteligente e legal. Minha autoestima foi parar nas alturas, eu já imaginava eu e ela em um namoro sério. Me senti valorizado e válido para alguém.
Porém, eu sou um cara extremamente inseguro e introvertido. Tenho depressão e minha família é um tanto conservadora. Muita gente acha que rapazes tem mais liberdade, mas, minha mãe é conservadora comigo do mesmo jeito que seria com uma filha. Minha irmã mais velha namorava escondido e engravidou aos 17 anos (minha idade atual), desde então, o assunto namoro, que já era um tabu, ficou mais proibido em casa. Por outros motivos nossa relação é bem complicada, discutimos com grande facilidade.
Meu amigo me contou que a menina queria ficar comigo, só que minha irmã também frequentava o cursinho, e, se ela desconfiasse de algo, contaria a minha mãe e uma nova briga poderia surgir em casa. E eu estou cansado de brigar em casa, e se fosse por namoro, a briga seria pior. Eu então expliquei a ele que me sentia intimidado com a presença da minha irmã e das amigas dela.
Bem, hoje ocorreu uma festa junina na minha escola. Meu amigo contou que a menina estava lá e ficou me pressionado para que eu ficasse com ela. O problema é que a cunhada da minha irmã e as amigas dela (da minha irmã), estavam por lá, logo pensei na possibilidade de fofocarem. Tentei puxar assunto, mas eram assuntos frívolos demais e eu comecei a ficar nervoso. Eu comecei a suar e gaguejar, e, vi que ela tentou tomar iniciativa quando me chamou para dar uma volta. A cadeira onde eu estava ficou suada, e fiquei com muita vergonha.
Ficamos uns 35 minutos juntos até que eu tentei explicar a ela o porquê de eu não tentar conquistá-la. Ela começou a me indagar se eu tinha de ser o filhinho perfeito, então soltei logo que minha mãe iria brigar comigo se descobrisse que eu estava beijando alguém durante a quadrilha da escola. Para minha mãe, um beijo já é um ato sexual. Nessa hora eu fiquei com medo da menina achar que eu era gay.
A conversa foi ficando mais forte e eu mais nervoso, ela tentou me levar para um local escuro:
O clima entre nós ficou seco. Eu então me despedi dela e ela fingiu estar tudo bem, mas o tom de voz dela também era de frustração...estou me sentindo um esgoto! Tenho medo e certeza de que fiz a menina se sentir um lixo. Fiquei besta o quanto de insegurança e babaquice transmiti para ela. Talvez nunca mais ela me enxergue mais como um rapaz bonito, legal e inteligente.
Eu nunca beijei...tinha medo de não saber beijá-la também. Eu estava suado e trêmulo, não havia clima para um "ficar" ali. Meu amigo estava me pressionado. Ele conhece bem ela e estava "ajeitando" tudo para ela, o que me deixou mais nervoso ainda. Não queria problemas na minha casa, principalmente relacionados a fofoca. Prometi a mim mesmo que só namoraria quando terminasse o ensino médio e fosse morar em outro lugar. Minha cidade é pequena e cheia de fofoca. Como sou religioso, pretendo ter um relacionamento sério, conhecer uma moça em outras circunstâncias. Esse tipo de romance onde tem "cupido" (meu amigo) não faz minha linha. Desabafei pois estou me sentindo muito mal.
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2019.04.14 20:37 Jamal-Black Quando o relacionamento muda..!

Bom sou gay e tenho 23 anos , ha um tempo venho saindo com um rapaz que conheci o ano passado , logo de cara nos aproximamos um do outro e curtimos a companhia . Porém por não gostar de namoro tradicional , com todas essas formalidades ( e por eu nunca ter namorado) , resolvemos não namorar , mas curtir um relacionamento mais leve. Porém percebi que bem ou mal , acabamos por ficar quase em um Namoro, nos falando todos os dias por whatts e saindo juntos sempre . Acontece que recentemente tive que trocar de casa , pra morar um pouco mais longe e ficou mais difícil sairmos juntos sempre .. Então alguma coisa mudou , quando ficamos juntos as coisas parecem ótimas , a conversa flui o sexo, tudo, pensamos até em fazer planos .
Mas esses momentos estão cada vez mais raros e quando não estamos juntos ele está ficando distante , já não nos falamos mais diariamente e recentemente as conversas por mensagem estão curtas ( quase protocolares, e logo morrem ) ... Gosto dele mais estou na duvida se nossa relação esfriou , ou se esta morrendo mesmo e devo partir pra outra , ou se ainda insisto nela..
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2019.03.19 01:44 cacowxou Descobri que namoro uma mulher trans

Olá gente, é o seguinte: Namoro faz seis anos com essa pessoa que até setembro do ano passado, a conhecia como homem. Nós sempre fomos muito grudadas, sempre conversamos sobre tudo, porém, sempre notei algo de peculiar. Nosso namoro começou quando eu tinha 14 anos, quase 15, e ela 16. Foi um começo de namoro digno de filme hollywoodiano. Logo, ela foi estudar no mesmo colégio que eu, cursamos o 2 e 3 ano juntas. (Desculpe se eu errar pronome, ainda estou em fase de adaptação) Eu acabei me afastando de meus amigos, e ela dos dela, por questão de ciúmes e porque fazíamos tudo juntos, menos cagar. Eu tenho depressão desde os 11 anos de idade, ela não entendia o porquê. Com o passar do tempo, ela disse ter depressão também, porém no caso dela eu realmente não entendia o porquê, pois ao contrário do meu caso, que foi por motivos de um pai completamente abusivo, a família dela sempre foi muito boa, ela não passou por grandes perrengues na vida... Isso me deixou com a pulga atrás da orelha. Com o passar do tempo, percebia um jeito um tanto quanto feminino, não me importava pois eu gostava do jeito dela, mas ela era uma pessoa muito desengonçada e nunca se arrumava, usava roupas velhas, e coisas assim. Eu sempre fazia perguntas do tipo "você é gay? você é bi?" em busca de entender o que eu sentia que tinha de errado e ela não me contava. Nosso namoro nos 2 últimos anos foi da mal a pior, ela nunca se arrumava, usava roupas velhas mesmo eu dando inúmeras roupas de presente, só reclamava de dor ali e acolá, não preparava nenhuma atividade para fazermos final de semana, não me dava muita atenção e cada vez mais foi se enfiando na tela do celular. Eu fui perdendo o gosto pelo relacionamento, pelo sexo, pela companhia... Faz um ano em que ela entrou num grupo de D&D e está até criando seu próprio sistema com outros amigos, amigos esses que me aproximei, eu acho mó daora, porém, ela me afastou de tudo, arrumou amigos e eu fiquei sozinha nisso sabe? E eles se reúnem todo domingo. Nós praticamente só temos o sábado para fazer algo, e sempre que ela aparece eu fico triste, pois basicamente ficamos em casa, e ela o dia todo no celular respondendo esses amigos. Descobri que ela era trans em setembro de 2018, foi num momento na minha vida que finalmente estava conseguindo sair da depressão, depois de 9 anos nisso, eu tava muito bem, ela estava muito doente como sempre e fui ajudar a arrumar a casa dela e cuidar dela, quando chegou a noite, fui conversar pra tentar entender o que se passava com ela e me surgiu a ideia de perguntar se ela era trans, só foi algo que veio na mente mesmo. E ela me respondeu com um "talvez" querendo dizer sim só que sem querer dizer... E aí meu mundo caiu. Eu sou bi, e luto pelos direitos LGBTQ+, porém quando você enfrenta a situação na pele você percebe que não é tão fácil como parece. Eu chorei por mais de um mês, comecei uma terapia pois eu não sabia com quem falar sobre isso, ninguém entenderia. Estou num misto de insatisfação no relacionamento com um grande medo de quando ela começar a tomar os hormônios, fico muito feliz por ela estar encontrando seu lugar no mundo, mas está sendo muito difícil passar por isso, me sinto numa espécie de luto, tudo aquilo que eu imaginei um dia ou conheci está mudando, e ninguém nos ensina a passar por uma coisa assim. Ela não tem dinheiro pra nada, a mãe é irresponsável, e por muito tempo eu paguei as coisas para ela pois não queria que ela deixasse de ir aos poucos lugares que íamos por ela não poder pagar. Eu cobro atenção dela, cobro que ela faça alguma coisa, pois apesar de eu a amar muito, é muito peso pra uma pessoa só. Um dia eu me abri na frente de 2 amigos dela que sabem que ela é trans sobre o quanto eu estou sofrendo no momento, pois além disso tudo, estou passando por um período muito turbulento em que meu pai e minha mãe estão se separando e meu pai está ameaçando minha mãe de morte e etc. Esse amigo me falou "talvez eu seja grosso no que eu irei te falar, mas o foco agora é sua namorada" como quem diz que eu não tenho direito de sofrer. Eu quase me matei faz 2 semanas.
Resumindo: Namoro a 6 anos, o namoro tá uma bosta faz 2. Em setembro descobri a transsexualidade da minha namorada (M>F), juntou com minha depressão e o abuso psicólogico que estou sofrendo, não aguentei. Não sou uma pessoa transfóbica, só não estou sabendo lidar com o luto que sinto. Me sinto muito só, sem amigos para conversar sobre as coisas que estou passando e minha namorada está muito sensível a tudo e muito distante de mim. O que eu faço?
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2018.11.12 17:14 aureliano_babilonia_ Masculinidade tóxica é uma fábrica de homens infelizes e inseguros

Um casal de amigos meus está se separando após quase 10 anos juntos, contando namoro e casamento. Somos de um círculo de amigos bem fechados e bem próximos, todo mundo se conhece desde a adolescência. Então acaba ficando mais fácil a gente saber exatamente o que está se passando com cada um.
Combinei com uma amiga minha dela se aproximar e ficar mais atenta à mulher do relacionamento enquanto eu fazia minha parte com o homem. O básico mesmo. Escutar, chamar para sair, sondar para ver se tinha alguma esperança de retorno, estar presente para os momentos mais tensos.
Diante disso tudo, me deixa realmente triste como a masculinidade tóxica é imbecil e fode o homem sem que ele perceba. Nem vou entrar aqui no mérito do impacto deste mesmo comportamento na vida das mulheres, mais para o lado de como a insegurança quebra a pessoa justamente nos momentos em que ele mais preciso.
O lado dela: minha amiga é muito próxima da mulher separada nesse caso, então é o tipo de pessoa para quem ela faz as principais confissões. Na boa, ela está fazendo tudo que - pelo menos eu considero - é certo.
Não está saindo com ninguém. Está aproveitando esse momento inicial do divórcio para focar no trabalho e numa pós na qual se inscreveu para distrair a cabeça. Tá vestindo um luto emocional mesmo aos finais de semana, no máximo sai para correr ou visitar os pais, aproveitando para botar os livros e séries em dia. Está triste para caralho, mas está sóbria e dando um passo de casa vez. E cabe falar aqui: é muito bonita, podia estar aloprando agora se quisesse. Mas disse que quer ficar na dela um bom tempo antes de qualquer coisa, até para ter certeza da decisão sobre o divórcio.
O lado dele: é um cara meio em cima do muro politicamente, não é de esquerda e nem de direita. Mas foi criado numa casa bem conservadora, então é o tipo de cara que tem vergonha de andar de rosa ou de acharem que ele é gay porque ele não pegou determinada mulher.
Quase tudo que você pode entender como masculinidade tóxica ou machismo, ele tem. É um daqueles man-child que não sabe cozinhar, arrumar a casa ou manejar finanças. Ganha bem, mas não guarda dinheiro. Só conseguiu dar uma estruturada financeira na vida e fez alguns investimentos porque a esposa pentelhou.
Assim que terminou o casamento, começou a sair com garotas de programa de luxo. Trabalha em um segmento em que quase todo mundo do trabalho é full "tradicional família brasileira - versão fake". Ou seja, 'conservadores' que conhecem o mapa dos puteiros do Centro do Rio como a palma da mão (não estou dizendo que todo conservador é assim, até porque muita gente à esquerda tem o mesmo comportamento).
As recomendações dos caras são estapafúrdias. Tem até um adepto dessas técnicas de pick-up artist (PUA) que está aconselhando ele também. "Tenho que mostrar para ela quem é que manda e que estou bem". Saiu com uma menina no Tinder e fez questão de mandar a foto da menina para a ex-mulher, só para vocês entenderem o nível da falta de noção.
A gente corre junto algumas vezes por semana e as primeiras semanas pós-divórcio ele anda full influenciado pela galera do trabalho. "Não vou ficar sem foder, né?". "Na verdade, esse divórcio foi uma benção". "Vou aproveitar tudo o que eu queria agora". "Vou mostrar para ela que sou muito maior do que ela e do que tudo isso".
Agora o cara vive numa montanha-russa emocional absurda. Tentei dar uns conselhos. Pedi para ele esperar a poeira baixar antes de sair com alguém, que sair comendo qualquer uma não ia curar nenhuma ressaca emocional. Que esse papo de "não posso ficar um mês sem comer ninguém" é papo de retardado, a não ser que ele seja o Tiger Woods e realmente tenha probleminha na cabeça.
Quando eu soube por ele dessa história de mandar essa foto da menina com quem saiu uma vez para ela (primeiro a mulher contou para a nossa amiga, algumas semanas depois ele me confessou isso chorando), só expliquei que ele cada vez mais confirmava as reclamações dela. Que ele era inseguro, que ele era impulsivo, que ele era imaturo. Nas brigas, queria sempre tentar sair por cima para manter a moral. E tudo que ele andava fazendo era queimar pontes.
Não é a primeira vez que vejo um divórcio ou fim de um longo relacionamento acabar dessa forma. Geralmente é o homem tentando mostrar que é homem e negando que a tristeza existe. Aliás, além dessa masculinidade tóxica, outra coisa que as pessoas parecem cada vez mais se negar a aceitar é a própria tristeza. Repetir mantras de que você é feliz ou emanar good vibes não aplaca a solidão ou a depressão de ninguém, só reforça essa falsa sensação de que todo mundo ao seu redor está feliz - só você que não.
Entre mulheres, ainda vejo mais suporte. Ainda vejo mulheres que admitem estar tristes ou que se abrem com mais facilidade para amigas. Entre homens, muitas vezes rola aquela questão da 'fraqueza', de não expor, de ter que mostrar que você é forte. E aí a gente cria essa geração imatura que não sabe lidar com tristezas e frustrações em geral.
Enfim, só queria dividir esse desabafo e essa história. Não é a primeira vez que vejo homem agindo assim após relacionamento, e sei que não vai ser a última.
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2018.07.08 14:30 My__Mind Um desabafo sincero

Antes de tudo, desculpe pelo grande texto, eu precisava tirar isso de mim. Eu namoro com uma garota da minha cidade há um pouco mais de 1 mes e comecei a faculdade nesse mesmo período em outra cidade, passo a semana lá e volto para minha cidade nos finais de semana. No decorrer desse tempo fiz amizade com a galera do meu curso e até umas poucas pessoas do segundo período, até aí tudo normal. Lembrando que não tenho nenhum preconceito contra homossexuais, sou totalmente de boa com isso, é apenas a preferência da pessoa.
Com um tempo descobri que dois desses amigos eram homossexuais (chamarei de Emanuel e Pedro). Eles eram um período acima do meu e me davam dicas quanto ao curso e as cadeiras, Pedro até me chamava frequentemente pelo WhatsApp para perguntar sobre como estava indo e sobre as provas e com isso me senti bastante acolhido.
Porém, um dia Emanuel me chamou em particular dizendo que queria me perguntar algo e se desculpando caso eu me ofendesse com isso, a pergunta era se eu era gay, eu disse que não e tinha namorada. Com o passar de alguns dias, estavamos em um corredor com uma galera e Emanuel disse que Pedro estava "de olho" em mim e que estava doido para me pegar, na hora eu brinquei dizendo a mesma coisa que tinha dito a ele quando me perguntou se eu era gay e que também amava minha namorada, mas ele disse que Pedro não ligava pra isso.
Depois disso eu fiquei bastante magoado, tenho raiva de traição e mesmo Pedro sabendo que eu tenho namorada queria insistir em mim. Dois dias depois estávamos na mesma Central de aulas, de longe ele me viu deitado no chão e me chamou pelo Whats mas eu recusei, dizendo que estava com muito sono e preguiça de ir. Naquele momento eu não tinha cabeça para vê-lo por causa da grande angústia que eu sentia naquele momento. Isso foi semana passada então não tenho mais informações a dizer sobre a situação.
Mas nao é apenas isso que me incomoda. Minha namorada pretende logo ingressar na mesma faculdade que a minha (calma, não é isso que acho ruim), na verdade eu adorei isso pois ficaremo mais tempo juntos. É claro que eu irei apresentar meu amigos a ela e é inevitável que é um dia nós quatro estaremos juntos. Quanto a isso, eu tenho receio de Emanuel e Pedro se aproximem e tentem colocar coisas na cabeça dela quando eu não estiver por perto, tentando prejudicar nosso relacionamento, eles parecem bastante ser o tipo de pessoa que faz isso e já que minha namorada é meio ciúmenta, eu tenho medo dela cair nesses golpes (ela tem que confiar em mim rsrs).
Eu não queria cortar a amizade, pois eles são legais e mesmo se eu parasse de falar com eles, esse meu medo ainda persistiria, pois é fácil se esbarrar pela faculdade e eles me veriam com minha namorada e saberiam quem ela é.
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2018.02.16 22:28 crucialmon Desabafo: Me tornei o que mais repugnava...

Olá pessoal deste novo sub. Sei que provavelmente somos poucos, mas queria compartilhar algo com vocês que está me deixando mal.
Sou homem e gay, desde jovem sonhava em casar com um cara, ter filhos, ser fiel para sempre, envelhecer e no geral, seguir uma vida padrão monogâmica hétero aplicada a um casal gay. Esses valores me fizeram sempre repugnar outros caras gays que tem relacionamentos abertos, caras que vão em sauna e darks de baladas, e pessoas promíscuas no geral.
Nesses anos, eu consegui conquistar uma vida de acordo com meus valores. Trabalho, ganho um bom dinheiro, tenho qualidade de vida boa, namoro faz 7 anos, nunca trai meu namorado, e recentemente me mudei para o meu próprio apartamento.
O problema é que nos últimos meses fui sendo "possuído" por algo que sinto que eu não tenho controle. Eu sinto atração pelo meu namorado, mas não é algo super forte. Quando transamos é gostoso, mas não é tão empolgante. E, assim, fui decaindo...
Começou comigo entrando em chat do UOL e batendo punheta online com caras desconhecidos sem mostrar o rosto. Sempre que eu fazia isso eu me sentia muito mal depois, mas meus pensamentos justificavam com "Ah... Eu não tenho contato físico com ninguém e ninguém sabe quem sou, então tecnicamente não é uma traição verdadeira".
A partir de então, fui ficando cada vez mais necessitado e precisando de mais e mais horas acordado de noite fazendo isso no chat. Até que por motivo de trabalho, me mudei para esse meu novo apartamento.
No momento, meu namorado não pode morar comigo por trabalhar em outro lugar e fiquei com bastante tempo livre sozinho.
E assim, como diz o ditado "mente vazia é oficina do diabo", acabei criando uma conta no grindr sendo guiado pelo meu próprio tesão irracional e olha que coincidência, tinha um vizinho no apartamento de baixo pronto para conversar comigo.
Conversamos e advinhem, ele me chamou para ir lá e só transar. Hesitei, fiquei preocupado, mas meu tesão foi mais forte. Cheguei no apartamento dele, estava com as luz apagada e ele já pelado na cama, comprimentei, transamos e fui embora. E assim, em questão de meia hora, destruí todos os meus valores virando na meu próprio entendimento uma "gay safada e traidora".
E ainda mais, o sexo com esse cara não foi bom a ponto de "ter valido a pena", mas agora tenho esse fantasma para me perseguir mentalmente para sempre.
Não sei mais o que pensar, por um lado a situação está "controlada" porque o vizinho não sabe meu nome, meu apartamento, meu telefone, não viu meu rosto no claro e apaguei o perfil do grindr e tudo relacionado assim que foi possível, por outro, não sei como encarar meu namorado, sinto que isso vai ficar em mim e me perturbando toda vez que eu ver o sorriso amoroso dele direcionado a mim.
Eu amo muito meu namorado, ele é tudo que eu sempre desejei... monogâmico, quer construir futuro juntos, e pensa como eu, mas não sei como lidar com a situação caso eu tenha que contar e tentar arranjar algum acordo para "abrir o namoro" ou coisa similares.
Existe algum conselho que vocês possam me dar? Experiências similares? Alguma droga que diminua libido? Estou mal de verdade...
Me ajudem por favor...
TL;DR: Trai meu namorado e de acordo com meus valores, me tornei a coisa que eu mais repugno na face da terra.
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